Empresários do setor de ônibus (Sindiônibus) e técnicos da Prefeitura (Etufor) conversam sobre a implantação de experiência pelo menos em parte do sistema Bus Rapid Service (BRS), a exemplo do que começou a fazer o Rio de Janeiro. No modelo, haveria pelo menos duas faixas exclusivas para ônibus em algumas avenidas da cidade.
BRS
A implantação de corredores BRTs nas grandes cidades requer um grande investimento em termos de estrutura viária e de planejamento urbano. E exatamente o fator custo é que emperra os investimentos. Desapropriações em locais com grande valor imobiliário encarecem muito o custo das obras. Face a esta realidade, os engenheiros de transporte tem de apelar para a criatividade e a velhas soluções para melhorar a eficiência do transporte público por ônibus. Nos corredores BRS cariocas, a primeira da direita é a faixa de parada e a segunda à direita a de ultrapassagem e tráfego. Essas duas faixas são demarcadas por faixas azuis pintadas no asfalto, sendo uma junto à guia e outra a esquerda da segunda faixa, onde separa esta da faixa dos carros.
Outra alteração no trafego dessas vias foi o desmembramento dos pontos de parada de ônibus. Antes, todas as linhas paravam em todos os pontos. Nos corredores BRS, os pontos foram desmembrados em três paradas, agilizando o embarque e aumentando a capacidade de atendimento a passageiros.
Fonte: Fortalbus.com
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